
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. E o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompindo. . . . . Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar... (Artur Távora)
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